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  • Foto do escritorAllianza Química do Brasi

Hora de "ouvir" a SOJA

Nos aproximando de mais um ciclo da soja, é hora de “ouvirmos a soja”. Criei esta figura de linguagem para destacar a importância de um planejamento adequado da nutrição que será fornecida à nossa lavoura, com base nas necessidades nutricionais da soja, determinadas pela pesquisa. De nada adianta termos as melhores sementes, de um cultivar de ponta e com alto potencial produtivo, dos mais modernos defensivos e equipamentos de manejo, se não atendermos a necessidade da cultura em termos de macro e micronutrientes. E sempre é oportuno lembrar da velha “Lei do Mínimo”, enunciada em 1.843 pelo químico alemão Justus Von Liebig, a qual diz que “o desenvolvimento de uma planta será limitado pelo nutriente em menor quantidade, mesmo que todos os outros elementos ou fatores estejam presentes”.


Vamos ouvir a soja?

Segundo a EMBRAPA SOJA, de Londrina, são estas as necessidades da soja para nos entregar 1.000 kg de grãos:

Se não provermos a quantidade de cada um destes nutrientes necessários à um determinado patamar de produtividade, estaremos limitando a produção da nossa lavoura e comprometendo o seu potencial. A partir de um determinado patamar de produtividade esperada e, com base nas análises de solo e histórico da lavoura, é possível estabelecer com boa precisão tudo aquilo que nossa soja precisa para expressar todo o seu potencial. Esta responsabilidade é de cada um e, depois da lavoura estar adequadamente nutrida e implantada, lançamos mão de ferramentas tecnológicas como a Bioestimulação, maximizando o metabolismo e melhorando o aproveitamento dos nutrientes colocados lá na adubação de base.


Flávio Danilo Haas, Engenheiro Agrônomo Sênior

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